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Lubrificantes Íntimos

Mulher dançando em um chafariz e texto "lubrificantes íntimos".

Quando a lubrificação natural da mulher não está suficiente, entram em cena os lubrificantes íntimos.

Você conhece os tipos de lubrificantes disponíveis no mercado? Sabe para quais situações são indicados?

Vem com a gente que vamos te explicar com detalhes!

LUBRIFICANTES À BASE DE ÁGUA: por serem hipoalergênicos são perfeitos para pessoas que apresentam  algum tipo de sensibilidade ou alergia e indicados para quem deseja usá-los com seus brinquedinhos (sex toys) ou com preservativos.  Outra vantagem é que os lubrificantes à base de água possuem diversas variações, podendo ser beijáveis com diversos sabores e podendo proporcionar sensações como aquecimento ou resfriamento. São menos espessos e por isso talvez seja necessária a reaplicação durante a relação. Não mancham tecidos e são fáceis de limpar.

LUBRIFICANTES À BASE DE SILICONE: apresentam consistência mais densa e são indicados para as brincadeiras na água pois não são absorvidos pela pele, duram mais e deixam a relação mais confortável. Normalmente são um pouco mais difíceis de limpar do que os lubrificantes à base de água e podem manchar tecidos e causar alergias em pessoas mais sensíveis.

LUBRIFICANTES À BASE DE DERIVADOS DE ÓLEO OU PETRÓLEO: esses são menos comuns e quase não são mais comercializados por conterem em sua fórmula substâncias causadoras de alergia e irritação, além de reagirem com o material de preservativos e toys, podendo causar danos. São mais densos que os lubrificantes à base de água e à base de silicone, sendo a limpeza mais difícil e podendo causar manchas em tecidos.

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Agora é só escolher o melhor lubrificante para você e aproveitar!

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Ressecamento vaginal, um problema de todas nós!

O ressecamento vaginal é a falta de lubrificação intima na mulher, o que pode causar um desconforto diário ou até provocar muita dor durante a relação sexual. Esta secura vaginal pode ser consequência de vários fatores, como por exemplo:

Falta de estímulos. É quando a mulher não tem estímulos suficientes para deixá-la excitada o bastante para que ocorra a lubrificação adequada. Neste caso, o problema da secura vaginal pode ser resolvido com autoconhecimento e diálogo com o seu parceiro.

Alterações hormonais. Ocorre principalmente em função da queda no nível de estrogênio no organismo. Essas alterações acontecem em fases como gravidez, pós-parto, amamentação e menopausa. Nestes casos vale procurar seu ginecologista, que poderá orientá-la sobre o uso de cremes hidratantes e outros tratamentos possíveis para este ressecamento vaginal sentido. Já durante as relações sexuais abuse dos lubrificantes, de preferência dos que são a base de água.

Falta de libido. Quando a vontade de fazer sexo é mínima ou inexistente, o que tem que ser investigado primeiro é a falta de libido, a tendência é que quando você recuperar sua libido, sua lubrificação natural volte à normalidade.

Uso de medicamentos. Alguns medicamentos podem causar ressecamento das mucosas de todo o corpo ou causar alterações da libido. Neste caso converse com seu médico e veja a possibilidade de trocar o medicamento.

Alergia. Existem muitos produtos que podem provocar alergias, causando o ressecamento vaginal. O amaciante e a camisinha são exemplos bem comuns. Caso haja suspeita de alergia vale a pena suspender o uso e observar se há melhora da lubrificação íntima.

Algumas infecções vaginais, ansiedade e a própria idade são outros exemplos de causas para a secura vaginal.

O fato é que todas nós vamos passar por esse problema, mais cedo ou mais tarde, em menor ou maior intensidade, mas com informação e autoconhecimento podemos superar. Alterações hormonais em função da fase em que vivemos e diminuição da nossa lubrificação íntima com a idade são normais. Mas nenhum desconforto ou dor são normais ou toleráveis. Busque informação, sinta prazer e seja feliz!

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Autoconhecimento Feminino

Muito se fala em autoconhecimento nos últimos tempos, mas afinal, o que é isso e o principal, por que devemos falar sobre isso?

Autoconhecimento é, de maneira simplificada, um processo onde o indivíduo conhece seus gostos, necessidades e limitações, tanto físicas quanto emocionais. Percebendo de forma clara sua identidade e seu valor pessoal.

E devemos falar sobre isso porque é através do autoconhecimento que poderemos encarar melhor nossos desafios e alcançar nossos desejos.

Mas de todo esse universo que engloba o nosso autoconhecimento, hoje queremos falar de uma parte menos explorada: a sua sexualidade. Você sabe onde mais sente prazer? Sabe como conhecer o seu corpo?

Para muitas de nós mulheres, essas são perguntas sem respostas. E para mudarmos isso, precisamos primeiro trabalhar a nossa auto permissão, ou seja, precisamos nos permitir tocar nosso corpo, sentir prazer e nos conhecermos verdadeiramente. Mas não se engane achando que é um trabalho fácil, você já pensou em quantos “tira a mão daí” você escutou durante a sua infância e quão errada você se sentiu? A verdade é que ainda vivemos em uma sociedade em que a repressão da sexualidade feminina reina e muitas vezes somos privadas de falar, ver, estudar e até mesmo nos tocar. Ouvimos sempre coisas do tipo “homem é que gosta de sexo”, e somos rodeadas por julgamentos que muitas vezes nos deixam intimidadas. Mas mesmo não sendo um trabalho fácil, é totalmente possível e libertador alcançarmos esse conhecimento sobre nós mesmas. O primeiro passo é começar aceitando que merecemos sentir prazer.

Nós mulheres possuímos um órgão chamado clitóris, que possui aproximadamente 8 mil terminações nervosas, um órgão só nosso e exclusivo para o nosso prazer. Um estímulo e tanto para você começar a se tocar e se conhecer melhor!

Não se preocupe se para você ainda seja estranho esse papo de se tocar, comece de leve. A pele é o maior órgão do nosso corpo e nossa maior zona erógena. Comece com paciência, se massageie, use aquele creme ou óleo que está ali servindo só para hidratar a sua pele e passe a usá-lo para uma massagem relaxante nos pés, braços e pescoço. Sinta seu corpo e os estímulos produzidos por ele. Observe-se e sinta em qual região você gosta mais de ser tocada. E lembre-se que cabe a cada uma de nós saber o que gosta, o que a excita e o que a faz bem, afinal, deixar essa obrigação toda para a pessoa parceira é uma responsabilidade muito grande e pode acabar em frustração para ambos.

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A Libido é muito mais do que você imagina!

É importante ressaltarmos que libido é definida como a energia criada pelos instintos de vida, e que estes instintos são aqueles que interferem com a sobrevivência básica, com o prazer e com a reprodução. Podemos citar como exemplos de comportamentos associados com o instinto de vida o amor, a cooperação e outras ações pró-sociais. Então a sexualidade é apenas uma classe destes instintos de vida, ou seja, é apenas uma parcela do que é a libido. Assim, podemos dizer que a libido está presente na nossa vontade de viver.

Precisamos sim prestar atenção em nossa libido, mas não apenas numa vertente sexual, temos que pensar na totalidade desse termo. Precisamos sentir que somos importantes, que somos reconhecidas, que somos desejadas e que temos prazer em desejar, precisamos nos sentir parte da comunidade e ter projetos importantes em nossas vidas.

Do ponto de vista fisiológico, o que gera a libido é a ação conjunta de hormônios responsáveis pela nossa sensação de bem estar, os quatro hormônios principais nesse processo são: dopamina, serotonina, endorfina e ocitocina. A dopamina é conhecida como o hormônio do prazer e da ação, sua principal função é ativar o sistema de recompensa do nosso cérebro e é responsável pelas sensações de prazer. A serotonina atua regulando o humor, o sono, o apetite, o ritmo cardíaco, a temperatura corporal, a sensibilidade e as funções intelectuais. A endorfina apresenta uma potente ação analgésica e ao ser liberada estimula a sensação de bem-estar, conforto, humor e alegria, é uma grande aliada do orgasmo pois potencializa a ação da dopamina. Já a ocitocina é conhecida como o hormônio do amor, do vínculo, do abraço, do contato, sendo de grande ajuda na construção de confiança nas relações.

Alterações nos níveis desses hormônios costumam contribuir para sentimentos de fadiga, falta de motivação, alterações de humor, irritabilidade, ansiedade, depressão e até mesmo comportamentos viciantes. Por isso é importante que todos esses hormônios estejam presentes em níveis adequados em nosso organismo. Felizmente podemos potencializar a produção harmônica desses hormônios com medidas simples: fazendo atividades físicas regularmente, tomando sol, aderindo a uma alimentação equilibrada, nos cercando de pessoas interessantes e agradáveis, distribuindo abraços e risadas. Ao longo de nossas vidas é natural haver aumentos e diminuições da libido. As causas para isso podem ser orgânicas, psicológicas, químicas ou mesmo uma combinação de diferentes motivos. Mas, caso esta seja uma preocupação persistente que lhe cause alguma angústia, vale a pena conversar com um profissional médico de confiança. Sua libido pode estar diminuindo em função de algo comum como o estresse ou o método de contracepção que você utiliza. Mas também pode ser sinal de um problema de saúde maior. O ginecologista ou o endócrino são as primeiras opções para a maioria das mulheres.

Você já pensou no que pode começar a fazer para aumentar ainda mais sua energia de vida?